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  • Foto: Pablo Cordier

Bio

Através de experiências de desterritorialização: viagem e moradia em outros países (EUA, Argentina e México) a formação e prática em Dança e Educação Somática de Clara Domingas começou a se transformar em iniciativas autorais que transbordaram para as Artes Visuais (desenho, pintura, stencil, fotografia, vídeo, animação e o que mais ocorrer). Essa investigação aberta articula campos da performance, filosofia, antropologia e urbanismo.

A artista desenvolve o que chama de Artes e Tecnologias do Corpo: processos de composição em tempo real, dobras de circuito, errâncias pelo mundo, comunicações cotidianas com a rua e encontros com “outros”.

Participou dos Salões de Artes Visuais da Bahia nos anos: 2009, 2010, 2012 e 2013. Recebeu o Prêmio do público por “In Memoriam” em Vitória da Conquista (2014);  Prêmio Fundação Cultural do Estado da Bahia por “Feels like Homie” em Teixeira de Freitas (2013) e Menção Especial por “A Festa” em Porto Seguro (2009). 

Realizou a exposição individual “Tudo é Corpo” na Galeria Mansarda/ Palacete das Artes (Salvador, 2016); a primeira edição do projeto “Alter- Cidades” em São Luis do Maranhão, em parceria com o programa Conexão|Espaço|Habitação (São Luis, 2015) e foi ilustradora do mapa-guia na 3a Bienal da Bahia (2014).

Como colaboradora criativa do cantor e compositor Tiganá Santana, realizou o experimento audiovisual “Não se Traduzem os Feitiços” recentemente exibido em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro e em 2013, criou vídeo-animações para “A invenção da Cor” (segundo álbum do artista) que foi projetadas em 13 concertos da turnê nacional.

Entre 2008 e 2014 manteve uma parceria transnacional chamada de “Chen-Chen” com o argentino Santiago Spirito a.k.a Cabaio, juntos realizaram exposições em Buenos Aires, Salvador e La Paz.

Atualmente, vive e trabalha em Itapuã, onde desenvolve a ocupação “Nativa Relativa”, desde dezembro de 2011.